Na manhã de 23 de novembro, Dia da Floresta Autóctone, 39 Voluntários do FUTURO reuniram-se no vale de Couce para plantar espécies nativas e erguer um bosque mais resiliente às alterações climáticas e às espécies invasoras.
Após um trabalho prévio de controlo de eucaliptos e mimosas, motivado pelo projeto LIFE Serras do Porto, houve condições para rearborizar uma simpática área junto ao rio Ferreira, alojando uma maior diversidade de espécies autóctones e potenciando assim o seu valor ecológico.
Na margem ribeirinha, temos agora mais amieiros (Alnus glutinosa) e salgueiros (Salix atrocinerea). Na encosta, medronheiros (Arbutus unedo), pilriteiros (Crataegus monogyna), azevinhos (Ilex aquifolium), murtas (Myrtus communis), folhados (Viburnum tinus), gilbardeiras (Ruscus aculeatus), entre outras espécies.
A chuva acompanhou quase toda a ação, mas não demoveu o espírito dedicado dos Voluntários, nem mesmo dos veteranos do Núcleo do Porto da Fraternal Escotista de Portugal, que pararam só quando a meta de plantação, 162 árvores e arbustos, foi alcançada.
Esta ação, desenvolvida no âmbito do projeto “LIFE Serras do Porto – Adapting Serras do Porto to Climate Change”, foi organizada pela Associação de Municípios Parque das Serras do Porto, pelo Município de Valongo e pelo CRE.Porto. As árvores e arbustos nativos foram fornecidos pelo programa Floresta Comum e pelo Viveiro de Árvores e Arbustos Autóctones do FUTURO.
Fotografias | ©2025CRE.Porto.malmeida
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